Domenico Schiattarella

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Nome
Domenico Schiattarella
País
Nascimento
17/11/1967
Primeiro GP
Último GP
Melhor Grid
20 – (2 vezes)
Melhor Resultado
Equipes

Estatísticas de Domenico Schiattarella
GPs
7
Títulos
0
Vitórias
0
Poles
0
Pódios
0
Pontos
0
Volta + Rápidas
0
Voltas
261
Voltas como líder
0

Ano a ano de Domenico Schiattarella
Ano
Equipe Motor
GPs
Pódios
Poles
Voltas
VMR
Líder
Med Pts
Pontos
Simtek
5
0
0
0
0
0
176
0
0
0.00
0
Simtek
2
0
0
0
0
0
85
0
0
0.00
0

Temporadas de Domenico Schiattarella
37
27

Resultados de Domenico Schiattarella
1 vez
15º
1 vez
19º
1 vez
NC
4 vezes

Corridas de Domenico Schiattarella
Ano
GP
No
Equipe Motor
Grid
Pos
Volta mais rápida
Líder
Abandono
Pts
7
GP de Mônaco
11
Simtek
20
NC
Acidente
0
6
GP da Espanha
11
Simtek
22
15
0
5
GP de San Marino
11
Simtek
23
NC
Suspensão
0
4
GP da Argentina
11
Simtek
20
9
0
3
GP do Brasil
11
Simtek
26
NC
Direção
0
2
GP da Austrália
32
Simtek
26
NC
Câmbio
0
1
GP da Europa
32
Simtek
26
19
0

Companheiros de Domenico Schiattarella
Temporada
Equipe Companheiro
Melhor Pos
Pontos
Vitórias
Poles
Corrida
Grid
Simtek David Brabham
19
17
0
0
0
0
0
0
1
1
0
2
Simtek Jos Verstappen
9
12
0
0
0
0
0
0
2
3
1
4

Domenico "Mimmo" Schiattarella (Milão, 17 de Novembro de 1967) é um ex-piloto de Fórmula 1 da Itália. Ele disputou sete corridas pela Simtek, e seu melhor resultado foi um nono lugar. Correu também na Champ Car e na American Le Mans Series.

O milanês Schiattarella viveu em sua cidade natal até aos 15 anos, altura em que se mudou para a cidade de Modena, onde ficou apaixonado pelo automobilismo, pois a vila de Maranello fica nos arredores desta cidade. Em 1984, aos 16 anos, começou a correr em karts, e para obter financiamento na sua carreira, trabalhou na Scuderia Ferrari, como mecânico. Em 11985, corre na Fórmula 4, onde se torna campeão desta categoria em 1986.

Em 1987, com a idade de 19 anos, Schiatarella passa para a Fórmula 2000, pela Vismara. Aprendendo depressa, ganha logo na sua temporada de estréia, e em 1988, passa para a Fórmula 3 italiana, a bordo de um Reynard-Alfa Romeo, novamente na Vismara. A temporada inicial foi dura, e conseguiu apenas dois pontos. Nos dois anos seguintes, passa pela Piemme e pela Forti, onde, apesar de não conseguir vitórias, consegue alguns pódios. Em 1991, corre pela Ravarotto, uma das melhores equipes do pelotão, conseguindo duas vitórias, e sendo vice-campeão, perdendo para Massimiliano Busi. Mas ficou à frente de futuros pilotos de Fórmula 1, como Massimiliano Papis e Jacques Villeneuve. No final do ano, em Macau, ficou na quinta posição nas duas corridas do campeonato.

Em 1992, Schiattarella correu em várias categorias, que iam desde a F-2 sul-americana, até aos Sport-Protótipos italianos, com alguns bons resultados, como um pódio numa das rondas da F-2 sul-americana, sempre pela Indy Lights, com pilotos como o canadense Greg Moore e o português Pedro Chaves, conseguiu bons resultados e o título de "Rookie do Ano". E em 1994, correu duas provas pela Project Indy, de Andreas Leberle, onde o seu melhor resultado foi um 16º lugar, em Mid-Ohio.

No final do ano, surge a sua oportunidade de ouro para correr na categoria máxima, a F-1. A Simtek, estreante na Formula 1, precisava de pilotos pagantes para sobreviver, e sacou o francês Jean-Marc Gounon do time. Schiatarella surgiu como hipótese. Sem experiência no carro (fez as milhas necessárias para conseguir a superlicença), a estréia de "Mimmo" aconteceu no GP da Europa, em Jerez de la Frontera, onde foi o último colocado, mas teve um desempenho muito melhor do que o seu experiente companheiro de time, David Brabham, onde foi 19º e último. Contudo, a sua performance foi o suficiente para conseguir ser chamado de novo, no GP da Austrália, onde conseguiu qualificar-se à frente dos fracos carros da Pacific Racing, e vinha bem no fim do pelotão, até que problemas de caixa o obrigaram a abandonar a corrida antes do final.

A sua facilidade em se adaptar num carro de F-1 era boa, e Schiattarella foi escolhido para permanecer na Simtek, ao lado do jovem holandês Jos Verstappen. Contudo, a equipe ainda precisava de dinheiro para continuar, e o acordo implicava que Mimmo iria correr durante meia temporada, enquanto que o japonês Hideki Noda (test-driver da equipe) correria na segunda metade.

No inicio do ano, as suas performances eram tão boas como as de Verstappen, tendo conseguido um nono lugar na Argentina (seu melhor resultado em corrida de Fórmula 1), mas a Simtek tinha dívidas enormes, e após o GP de Mônaco, com quase 9 milhões de libras de dívidas, o time roxo fechou as portas.

Depois da Fórmula 1, Schiatarella teve algumas aparições na Champ Car, sem muito sucesso. Em 1998, a sua carreira teve um avanço mais significativo, quando a American Le Mans Series voltou a funcionar. Conduzindo um Riley-Judd, e ao lado do belga Eric Van de Poele, venceu em Road Atlanta, em 1999, e participou nas 24 Horas de Le Mans deste ano, onde, ao lado de Andrea Montermini, terminou a corrida na sexta posição.

Continuou na A.L.M.S. até 2001, altura em que se mudou para a FIA GT, a bordo de um Ferrari 550 Maranello, com Emanuele Naspetti a seu lado, os resultados não foram tão bons como na Le Mans Series. Voltou à ALMS, onde ficou até 2003, na classe GTS, guiando carros da Ferrari. Hoje, Schiattarella continua na ativa, correndo em campeonatos de GT, tanto na Itália e no estrangeiro, guiando um Ferrari 430 Challenge.

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