País: | Japão | |
Temporadas: | 1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997 | |
Equipes: | Larrousse, Tyrrell, Minardi | |
GPs: | 97 | |
| Largadas: | 95 | |
| Títulos: | ||
Vitórias: | 0 | |
| Pódios: | 0 | |
Poles Positions: | 0 | |
Voltas mais Rápidas: | 0 | |
Pontos: | 5 | |
| Pontos por GP: | 0,05 | |
| Pontos por Temporada: | 0,83 | |
| Voltas na Liderança: | 0 | |
| Kms na Liderança: | 0 | |
| Voltas Percorridas: | 3.509 | |
| Kms Percorridos: | 16.683 | |
Primeiro GP: | Grande Prêmio da África do Sul de 1992 | |
Ultimo GP: | Grande Prêmio da Europa de 1997 | |
| Primeira Vitória: | ||
| Última Vitória: | ||
| Site | ||
| 1997 |
Ele é um dos muitos pilotos japoneses a tentar uma carreira na Fórmula 1 sem causar grande impacto. Apesar de todos estes fatores, Katayama era popular no paddock por seu constante bom humor e senso de autocrítica ("É possível fazer mais por este automóvel - o único problema é a minha direção!").
Katayama foi o primeiro a correr na Europa em 1986, na França, antes de retornar para "casa" (Japão) e vencer a F-3000 local em 1991.
O seu patrocinador (Cabin Club) arranjou um lugar para Katayama em 1992, com a modesta equipe Larrousse. O carro não era confiável e tinha um desempenho mediano, e seu companheiro de equipe, o franco-belga-luxemburguês Bertrand Gachot ficava com a maioria dos escassos recursos da equipe. Porém, Katayama impressionou ao estar em quinto lugar no Grande Prêmio do Canadá até o motor do seu carro estourar, e de obter dois nonos lugares na temporada. Infelizmente, o ano foi também lembrado por duas colisões embaraçosas com Gachot, no Canadá e em casa, no Japão.
A Cabin Club conseguiu arranjar uma troca com a tradicional Tyrrell para 1993, mas a equipe não passava por uma boa fase, com o provisório 020C já com três anos de uso e o novo 021 provando não ser competitivo. O décimo lugar no Grande Prêmio da Hungria foi o melhor resultado do nipônico, em um ano no qual ele atraiu mais a atenção pelos acidentes em que se envolveu.
O ano de 1994 foi uma considerável reviravolta para a Tyrrell e Katayama. Ele impressionou com o novo 022, conseguindo dois quinto lugares e um sexto. Ele impressionou também pelos excelentes desempenhos nas qualificações para os Grandes Prêmios, largando na terceira posição do Grande Prêmio da Alemanha até ter que abandonar a corrida na sexta volta por problemas no regulador do carro, e pela oportunidade de contar com o experiente companheiro de equipe Mark Blundell.
Ele renovou o contrato com a Tyrrell pelas duas próximas temporadas, mas apresentou uma queda no seu desempenho, sendo dois sétimos lugares os seus melhores resultados de todas as duas temporadas. Seu companheiro de equipe, o finlandês Mika Salo, conseguiu ter um desempenho bem superior ao seu. Durante esses dois anos, o seu hábito de envolver-se em acidentes retornou, com um espetacular rodopio na largada do Grande Prêmio de Portugal de 1995, e, como Katayama é um homem de baixa estatura, foi extremamente prejudicado pela decisão de aumentarem a altura das placas de proteção do cockpit, em resposta ao acidente que tirou a vida de Ayrton Senna. Porém, mais tarde surgiria a informação de que no final de 1994 ele havia sido diagnosticado com um câncer nas costas. Devido ao seus compromissos na Fórmula 1, o tratamento foi retardado e ele sentia dores. Katayama não anunciou isso até ele se retirar da F-1, pois não queria que ninguém tivesse pena dele e servisse de desculpas para o seu baixo desempenho.
Depois de deixar a Tyrrell, seu novo patrocinador, a Mild Seven, arranjou-lhe um lugar na Minardi, mas o time de Faenza não passava também por uma boa fase, e dois décimos lugares foram seus dois melhores resultados na temporada. No GP disputado em seu país, Katayama, visivelmente emocionado, anunciou sua retirada da Fórmula 1.
Ainda popular em seu país natal, Katayama tem participado de corridas em carros esportivos e Gran Turismo, bem como a sua outra paixão, o montanhismo. Um dos seus melhores desempenhos, após ter deixado a F1, foi nas 24 Horas de Le Mans de 1999, quando durante a última hora da corrida, em seu Toyota GT-One compartilhado com seus compatriotas Keiichi Tsuchiya e Toshio Suzuki, no momento em que ele se distanciava do segundo colocado, uma BMW, seu carro teve um pneu furado e ele teve que retornar para a troca de pneus. Nesse processo, o GT-One perdeu a liderança e também a corrida. O GT-One terminaria na vice-liderança, uma volta atrás da vencedora BMW. Como prêmio de consolação, o GT-One venceria a classe GTP, embora ele tenha sido o único carro da classe a terminar a corrida.
Ele participou de 97 GP's, estreando em 1 de março de 1992. Marcou cinco pontos no campeonato.
Ele é freqüentemente chamado de Kamikaze Ukyo, "Katagrama" ou simplesmente Kamikaze.


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