País: | EUA | |
Temporadas: | 1971, 1972 | |
Equipes: | Surtess | |
GPs: | 2 | |
| Largadas: | 2 | |
| Títulos: | ||
Vitórias: | 0 | |
| Pódios: | 0 | |
Poles Positions: | 0 | |
Voltas mais Rápidas: | 0 | |
Pontos: | 0 | |
| Pontos por GP: | 0 | |
| Pontos por Temporada: | 0 | |
| Voltas na Liderança: | 0 | |
| Kms na Liderança: | 0 | |
| Voltas Percorridas: | 72 | |
| Kms Percorridos: | 391 | |
Primeiro GP: | Grande Prêmio dos EUA de 1971 | |
Ultimo GP: | Grande Prêmio dos EUA de 1972 | |
| Primeira Vitória: | ||
| Última Vitória: | ||
| Site | ||
Últimos Posts
Sam Posey
Peter Westbury
País: | Inglaterra | |
Temporadas: | 1969,1970 | |
Equipes: | Brabham, BRM | |
GPs: | 2 | |
| Largadas: | 0 | |
| Títulos: | ||
Vitórias: | 0 | |
| Pódios: | 0 | |
Poles Positions: | 0 | |
Voltas mais Rápidas: | 0 | |
Pontos: | 0 | |
| Pontos por GP: | 0 | |
| Pontos por Temporada: | 0 | |
| Voltas na Liderança: | 0 | |
| Kms na Liderança: | 0 | |
| Voltas Percorridas: | 0 | |
| Kms Percorridos: | 0 | |
Primeiro GP: | Grande Prêmio da Alemanha de 1969 | |
Ultimo GP: | Grande Prêmio dos EUA de 1970 | |
| Primeira Vitória: | ||
| Última Vitória: | ||
| Site | ||
Mauri Rose
País: | EUA | |
Temporadas: | 1950, 1951 | |
Equipes: | Deidt | |
GPs: | 2 | |
| Largadas: | 2 | |
| Títulos: | ||
Vitórias: | 0 | |
| Pódios: | 1 | |
Poles Positions: | 0 | |
Voltas mais Rápidas: | 0 | |
Pontos: | 4 | |
| Pontos por GP: | 2 | |
| Pontos por Temporada: | 2 | |
| Voltas na Liderança: | 15 | |
| Kms na Liderança: | 60 | |
| Voltas Percorridas: | 263 | |
| Kms Percorridos: | 10.058 | |
Primeiro GP: | 500 milhas de Indianápolis de 1950 | |
Ultimo GP: | 500 milhas de Indianápolis de 1951 | |
| Primeira Vitória: | ||
| Última Vitória: | ||
| Site | ||
Mike Harris
País: | África do Sul | |
Temporadas: | 1962 | |
Equipes: | Cooper | |
GPs: | 1 | |
| Largadas: | 1 | |
| Títulos: | ||
Vitórias: | 0 | |
| Pódios: | 0 | |
Poles Positions: | 0 | |
Voltas mais Rápidas: | 0 | |
Pontos: | 0 | |
| Pontos por GP: | 0 | |
| Pontos por Temporada: | 0 | |
| Voltas na Liderança: | 0 | |
| Kms na Liderança: | 0 | |
| Voltas Percorridas: | 31 | |
| Kms Percorridos: | 122 | |
Primeiro GP: | Grande Prêmio da África do Sul de 1962 | |
Ultimo GP: | Grande Prêmio da África do Sul de 1962 | |
| Primeira Vitória: | ||
| Última Vitória: | ||
| Site | ||
Correu apenas uma prova, o GP da África do Sul de 1962, pela Cooper. Acabou por não pontuar (teve problemas com o motor Alfa Romeo de seu carro).
Apesar de ter corrido com licença sul-africana, Harris é, até hoje, o único piloto zambiano a correr na F-1.
Ivan Capelli
País: | Itália | |
Temporadas: | 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993 | |
Equipes: | Tyrrell, AGS, March, Leyton House, Ferrari, Jordan | |
GPs: | 98 | |
| Largadas: | 93 | |
| Títulos: | ||
Vitórias: | 0 | |
| Pódios: | 3 | |
Poles Positions: | 0 | |
Voltas mais Rápidas: | 0 | |
Pontos: | 31 | |
| Pontos por GP: | 0,33 | |
| Pontos por Temporada: | 3,44 | |
| Voltas na Liderança: | 46 | |
| Kms na Liderança: | 177 | |
| Voltas Percorridas: | 3.387 | |
| Kms Percorridos: | 15.616 | |
Primeiro GP: | Grande Prêmio da Europa de 1985 | |
Ultimo GP: | Grande Prêmio da África do Sul de 1993 | |
| Primeira Vitória: | | |
| Última Vitória: | | |
| Site | ||
Capelli iniciou sua carreira como piloto de kart quando tinha quinze anos de idade e depois de quatro anos foi para o campeonato de Fórmula 3 italiano.
Em 1983, ele se tornou campeão da Fórmula 3 italiana, após obter uma série de nove vitórias. Depois disso foi com a equipe Coloni para as séries da F-3 européia e foi mais uma vez campeão em 1984.
Em 1985 ele participou do campeonato de Fórmula 3000 européia com um Genoa Racing March-Cosworth e venceu uma corrida. No mesmo ano iniciou na Fórmula 1, pilotando uma Tyrrell e terminou com um quarto lugar na Austrália. Apesar deste excelente resultado, ele não se dedicou, em tempo integral, para a Fórmula 1 em 1986.
Ao invés disso, retornou para a Fórmula 3000, ainda com a Genoa Racing e pilotou também uma BMW no Campeonato europeu de carros de turismo. Correu ainda, por duas vezes na Fórmula 1, com a equipe AGS. Enquanto isso, Cesare Garibaldi, o chefe da Genoa, trabalhou juntamente com Robin Herd, da March, para criar uma nova equipe de F1 - fazendo planos de ter Capelli como seu piloto principal. Até então, Ivan e Garibaldi tinham um relacionamento de quase pai e filho.
Em 1987, Capelli dedicou mais tempo para a Fórmula 1 com a equipe March, comandada por Garibaldi e o novo chassis de corrida de Herd com um motor Cosworth V8 normalmente aspirado. Capelli continuou também com os carros de turismo da BMW pela equipe Schnitzer Motorsport, como o orçamento da March estava apertado (tão apertado de fato que eles correram no Grande Prêmio da Bélgica com um motor adaptado de 3,3 litros de carro esportivo em lugar de unidade de F1 de 3,5l). Capelli conseguiu o primeiro ponto para a equipe de Fórmula 1 com o sexto lugar no Grande Prêmio de Mônaco e a March retornando à Fórmula 1 foi vista como uma equipe competente, profissional e promissora para o futuro. Para 1988, Capelli tinha uma nova arma a sua disposição, um novo chassis da March projetado por Adrian Newey - que mais tarde se tornaria famoso como designer da Williams e McLaren - somado ao motor Judd V8 (derivado do motor Brabham-Honda CART e da unidade Judd/Honda F3000). A March esperava ser o parceiro favorito para desenvolver esse motor, mas eles acharam em dividi-lo com a Williams e Ligier. A Capelli também se juntou, como parceiro de equipe, o campeão de Fórmula 3 britânica, o brasileiro Maurício Gugelmin. Juntos, eles formavam uma equipe forte e a March foi a revelação do ano. Capelli foi excelente, pilotando brilhantemente em particular nos Grande Prêmios do Canadá, da Alemanha, da Bélgica, Itália e Portugal. No Estoril ele conquistou sua melhor posição no podium com um segundo lugar atrás de Alain Prost da McLaren e em Suzuka fez parte da história ao ser o piloto de um carro apenas naturalmente aspirado a liderar um Grande Prêmio em uma temporada de domínio turbo. O futuro parecia brilhar para Capelli e a March.
Infelizmente, as esperanças não foram confirmadas. A March teve problemas financeiros e o patrocinador anterior, Leyton House, adquiriu o controle majoritário da equipe. Embora Gugelmin tenha terminado em terceiro lugar em sua corrida em casa no Autódromo de Jacarepaguá em 1989, isto foi conseguido com o carro de 1988. A Leyton House de 1989 foi uma decepção e não chegou a causar preocupação para as outras equipes da competição. Porém, o espírito de equipe permaneceu intacto apesar da morte de Garibaldi em um acidente de carro. O ano de 1990 começaria um pouco melhor. O novo carro de Newey (que recebeu as iniciais CG em homenagem a Garibaldi) tinha uma excelente aerodinâmica, mas era intolerante a solavancos. A coisa era tão ruim que na pista irregular do Autódromo Hermanos Rodriguez na Cidade do México nenhum piloto conseguiu fazer o carro trabalhar e ambos foram desqualificados. Entretanto, em uma das voltas mais surpreendentes da história da Fórmula 1, no circuito de Paul Ricard na França, Capelli seguido de Maurício Gugelmin em um Leyton House chegaram a liderar a corrida. Infelizmente, Gugelmin teve problemas com o motor e Capelli foi ultrapassado próximo ao final da corrida por Prost, mas um segundo lugar não foi nenhum milagre. Foram feitas revisões no carro para torná-lo mais competitivo. Embora ainda tendo alguns resultados expressivos em Spa-Francorchamps e Hockenheim, o rendimento daquele ano não foi satisfatório.
Em 1991, a Leyton House não era só responsável pelo desenvolvimento do chassi como também patrocinar o ambicioso programa do motor Ilmor V10. Com tantos ingredientes novos, os resultados não eram os melhores, mas Capelli conseguia se classificar e correr bem. Quando o dono da Leyton House, Akira Akagi, foi preso pela ligação com a fraude do Banco Fuji, a equipe ficou em uma péssima situação. Para alívio de Ivan, ele havia assinado com a Scuderia Ferrari para a temporada de 1992.
Para 1992, os planos de Capelli eram de conseguir vitórias na equipe de ponta italiana, pilotando uma Ferrari. A escuderia tinha passado por situações difíceis em 1991, mas com um novo carro, o FA92 (apelidado de F-15 devido a sua semelhança com o caça a jato estado-unidense), as expectativas eram altas. Infelizmente, o novo carro foi um desastre e antes mesmo da temporada começar Capelli já mostrava seu descontentamento. Um piloto que vinha de uma estrutura familiar de equipe, não se adaptava a estrutura burocrática da Ferrari do início da década de 1990. Desmotivado, a equipe, por sua vez perdeu a confiança nele e seu parceiro Jean Alesi ganhou a preferência. Capelli teve um desempenho regular, a temporada foi um desastre em questão de pontuação com alguns embaraçosos acidentes. Capelli foi dispensado antes da temporada encerrar.
Esta experiência negativa aparentemente tirou seu ânimo, mas aqueles que tinham trabalhado com ele na March ainda confiavam no seu talento, principalmente Ian Phillips, agora gerente da equipe Jordan. Levado então para a Jordan na temporada 1993, Capelli não redescobriu a determinação que há muito tempo o havia marcado como um campeão do futuro. Após ter sido desqualificado na segunda corrida no Brasil, ele deixou a equipe por comum acordo. Capelli esta distraído e a Jordan ficou também desapontada - eles sabiam que Capelli tinha habilidade, mas ele não demonstrava. Sua carreira como piloto de Fórmula 1 tinha terminado.Lamberto Leoni
País: | Itália | |
Temporadas: | 1977, 1978 | |
Equipes: | Surtees, Ensign | |
GPs: | 5 | |
| Largadas: | 1 | |
| Títulos: | ||
Vitórias: | 0 | |
| Pódios: | 0 | |
Poles Positions: | 0 | |
Voltas mais Rápidas: | 0 | |
Pontos: | 0 | |
| Pontos por GP: | 0 | |
| Pontos por Temporada: | 0 | |
| Voltas na Liderança: | 0 | |
| Kms na Liderança: | 0 | |
| Voltas Percorridas: | 28 | |
| Kms Percorridos: | 167 | |
| | Primeiro GP: | Grande Prêmio da Itália de 1977 |
Ultimo GP: | Grande Prêmio do Oeste dos EUA de 1978 | |
| Primeira Vitória: | | |
| Última Vitória: | | |
| Site | ||
Popó Bueno
Paulo Eduardo Ferro Costa Galvão Bueno, conhecido como Popó Bueno, (Rio de Janeiro, 24 de maio de 1978) é um automobilista brasileiro.Foi no kart que Popó Bueno descobriu sua vocação para o automobilismo. Aos nove anos de idade, começou a participar do campeonato carioca, e dois anos depois foi campeão cadete no kartódromo do Rio de Janeiro, em 1989.
Por causa das más notas na escola, teve que se afastar das pistas. O interesse pelas corridas voltou em 1997, ano que participou da Fórmula Fiat. Seu segundo campeonato foi a antiga Fórmula Rio, na qual ficou com a terceira colocação. Em 1999, estreou na Fórmula Chevolet, sagrando-se campeão na temporada de 2000.
A vitória abriu as portas para a Fórmula Renault Européia, na qual Popó correu em 2001 e 2002. O período foi marcado por altos e baixos, além de um grave acidente sofrido em Monza pelo piloto. Em 2003, ele decidiu direcionar sua carreira para o Brasil e ingressou na Stock Car.
Popó já está na sua quinta temporada na categoria, agora chamada de Copa Nextel Stock Car. Pelo segundo ano consecutivo ele defende a equipe São Luís/Hot Car Competições.
Conquistas
- 1989 Campeão carioca de kart – cadete, Campeonato carioca de kart – júnior menor (quatro pódios)
- 1997 6º lugar no Campeonato Brasileiro de Fórmula Fiat Turismo – Uno Novatos, Duas vitórias (Guaporé e Rio de Janeiro)
- 1998 3º lugar no Campeonato de Fórmula Rio
- 1999 Campeonato Brasileiro de Fórmula Chevrolet
- 2000 Campeão Brasileiro de Fórmula Chevrolet, Uma vitória (São Paulo), Vice-Campeão quatro vezes (Guaporé, Curitiba, Goiânia e Rio)
- 2001 e 2002 Campeonatos Italiano e Europeu de F-Renault
- 2003 Campeonato Brasileiro de Stock Car V8 – 21° lugar
- 2004 Campeonato Brasileiro de Stock Car V8 – 15° lugar, Um terceiro lugar e uma pole position
- 2005 Campeonato Brasileiro de Stock Car V8 – 29º lugar
- 2006 Campeonato Brasileiro de Stock Car V8 – 14 º lugar
Rubens Barrichello
País: | Brasil | |
Temporadas: | 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 | |
Equipes: | Jordan, Stewart, Ferrari, Honda, Brawn GP, Williams | |
GPs: | 326 | |
| Largadas: | 323 | |
| Títulos: | ||
Vitórias: | 11 | |
| Pódios: | 68 | |
Poles Positions: | 14 | |
Voltas mais Rápidas: | 17 | |
Pontos: | 658 | |
| Pontos por GP: | 2,04 | |
| Pontos por Temporada: | 34,63 | |
| Voltas na Liderança: | 854 | |
| Kms na Liderança: | 4.152 | |
| Voltas Percorridas: | 16.631 | |
| Kms Percorridos: | 80.607 | |
Primeiro GP: | Grande Prêmio da África do Sul de 1993 | |
Ultimo GP: | Grande Prêmio do Brasil de 2011 | |
| Primeira Vitória: | Grande Prêmio da Alemanha de 2000 | |
| Última Vitória: | Grande Prêmio da Itália de 2009 | |
| Site | ||
1993 | 1994 | 1997 | 2000 | 2001 | 2004 |
2005 | 2006 | 2007 | 2008 | 2009 | 2010 |
2011 |
Barrichello guiou pela Scuderia Ferrari de 2000 a 2005, como companheiro de equipe de Michael Schumacher, desfrutando de um grande sucesso, incluindo terminar como vice-campeão em 2002 e 2004. A aposentadoria de Schumacher no final de 2006 fez de Barrichello o piloto mais experiente do grid e, no Grande Prêmio da Turquia de 2008, ele atingiu a marca de 257 largadas, tornando-se o piloto com maior número de corridas disputadas na Fórmula 1. Atualmente, igualou-se a Graham Hill como o piloto com o maior número de temporadas disputadas, com 18 no total.
Após competir pela Brawn GP na temporada de 2009, ele foi confirmado para 2011 na equipe Williams,com a esperança de que ainda consiga seu primeiro título na categoria após 18 anos e/ou 19 temporadas disputadas.
Rubinho conquistou cinco títulos brasileiros de kart, sendo considerado imbatível na época. Fez um ano de F-Ford no Brasil (1989), tendo vencido a primeira etapa em Florianópolis, circuito de rua e com pista molhada. No ano seguinte, foi competir na Europa. Foi campeão da Fórmula Opel em seu ano de estréia, 1990, com seis vitórias, sete pole positions e sete voltas mais rápidas. No ano seguinte foi campeão da Fórmula 3 inglesa, pela equipe West Surrey Racing, derrotando David Coulthard. Aos dezenove anos foi então para a Fórmula 3000 na qual terminou em terceiro lugar na classificação geral.
Em 1993 iniciou sua carreira na Fórmula 1 pela Jordan, na qual em 1994 conquista seu primeiro pódio no GP do Pacífico em Aida e a sua primeira pole-position, no GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps. No mesmo ano conquistou a sexta colocação do campeonato a frente de uma Williams, uma Benetton e uma McLaren, alguns dos melhores carros da época, sempre lembrando que na Benetton e na Williams, houve revezamento no 2º carro da equipe. Assim nenhum piloto fez mais que dez corridas na vaga de segundo piloto dessas equipes. Em 1995 conquistou seu melhor resultado até então, segundo lugar no GP do Canadá no circuito Gilles Villeneuve.
Em 1997, após uma difícil negociação com a Benneton, onde ele quase cogitou ir para a Formula Indy, Jackie Stewart, que acabara de fundar sua equipe - a Stewart -, chama Barrichello para ser o primeiro piloto e ajudar no desenvolvimento do carro. Logo de cara consegue alguns feitos, como um 3º lugar no grid do Grande Prêmio da Argentina, e um segundo lugar em Mônaco, além de algumas grandes corridas como na Áustria. Em 1998, um carro mal construído acabou lhe rendendo muita dor de cabeça e apenas um 5º lugar no Canadá como melhor resultado. Já no ano seguinte a história foi outra, com um carro excelente e um grande motor foram três terceiros lugares, em Ímola, Magny-Cours e Nürburgring (1999). Uma 'pole position' Magny-Cours (a segunda da sua carreira) e 23 voltas na liderança do Interlagos, quando abandonou com o motor estourado. Logo em seguida, recebeu proposta da McLaren, a qual ganhou mais espaço no meio automobilístico mas não durou muito tempo, pois aceitou a proposta milionária da concorrente.
Em 2000, é contratado para correr pela Ferrari. Lá foi duas vezes vice-campeão mundial e venceu nove Grandes Prêmios. Em 30 de julho de 2005 é anunciada sua contratação pela antiga equipe BAR (depois Honda F1) para dirigir um dos carros da equipe a partir da temporada de 2006.
Embora quase sempre tenha demonstrado ser um piloto competente, pesou contra ele o fato de a torcida brasileira procurar um sucessor para Ayrton Senna, feito que Rubens não conseguiu atingir, pois, não chegou a fazer frente a pilotos como Michael Schumacher e Mika Häkkinen. Grande parte da expectativa criada pela possibilidade de ele ser campeão foi alimentada pela imprensa brasileira e pelo próprio piloto que sempre fala de "suas chances" de vitória.
Em sua passagem de seis temporadas pela Ferrari, sempre viveu à sombra de Schumacher, o qual efetuou o maior domínio de um piloto na Fórmula 1. Rubens Barrichello conseguiu sagrar-se vice em dois Campeonatos Mundiais de F1, em 2002 e 2004. Em 2004, apesar de não ter obtido o título, fez pontos suficientes para ser campeão com folga em quase todas as edições anteriores da competição (tornou-se então o segundo maior pontuador em um único campeonato da história da Fórmula 1).
Em 2006, Rubens passou por uma período de adaptação na equipe Honda tendo, no início da temporada, resultados inferiores aos de seu companheiro de equipe o britânico Jenson Button. No decorrer da temporada as performances dos pilotos acabaram por se igualar, com supremacia de um ou de outro, dependendo do circuito. Isso aconteceu até o GP dos Estados Unidos, quando Barrichello empatou com Button no campeonato, somando 16 pontos. Mas na segunda metade do campeonato, o inglês foi bem superior. Button venceu 1 corrida, conseguiu outro pódio e somou 40 pontos, enquanto o brasileiro somou apenas 14, ficando atrás por 56x30, em pontos, no campeonato.
Porém, em 2007, a equipe Honda não conseguiu criar um carro no nível das outras equipes da Formula 1 que tem orçamento anual semelhante ao seu. Rubens Barrichello passou o ano sem marcar nenhum ponto. Button conseguiu marcar 6.
Em 2008, a equipe Honda também não criou um carro competitivo, mas ainda assim foi (pouco) melhor do que o de 2007, permitindo que Rubens Barrichello pontuasse em três provas (GP de Mônaco, GP do Canadá e GP da Inglaterra) e obtivesse pódio (3º lugar no Grande Prêmio da Inglaterra), graças a uma estratégia bem sucedida executada durante a corrida, onde a equipe trocou os pneus intermediários por compostos de chuva forte, que eram os mais adequados às condições da pista. Rubens Barrichello conquistou 11 pontos e Jenson Button 3 pontos.Após muitas especulações de que a Honda já estava abandonando a categoria (devido à crise financeira mundial, que culminou também na saída das equipes da Toyota e BMW (esta em 2009), eis que Ross Brawn compra todos os direitos da antiga equipe de Fórmula 1, pelo valor simbólico de uma Libra. Então Barrichello, tido como piloto aposentado no final de 2008, foi confirmado em 2009, para correr novamente ao lado de Button, na Brawn GP, equipada com motores Mercedes. Em 12 de Março de 2009, a bordo de seu Brawn GP, quebrou o recorde do circuito de Montemeló. Na sua primeira corrida pela Brawn GP, o Grande Prêmio da Austrália de 2009, terminou na segunda colocação,sendo seu companheiro Jenson Button o vencedor da etapa. Já na segunda prova deste ano, Barrichello, com a prova terminada a 24 voltas do final, acabou ficando na quinta posição, ganhando apenas metade dos pontos que ganharia se a corrida tivesse terminado sem problemas, ou seja: ganhou apenas 2 pontos.
No Grande Prêmio da Europa de 2009, disputado em 23 de agosto de 2009 em Valência, na Espanha, Rubens conquista sua primeira vitória na temporada, a décima na carreira e a centésima de pilotos brasileiros na principal categoria do automobilismo mundial. Em 13 de setembro, consegue a segunda vitória em 2009, no Grande Prêmio da Itália, disputado no autódromo de Monza. Já em 17 de outubro, consegue fazer a pole position em casa, no GP do Brasil. Com o feito, Rubens faz a sua primeira pole do ano e a primeira em cinco anos, desde o GP da China de 2004.
Ao final do GP do Brasil, na oitava posição,Rubens não conseguiu impedir que Jenson Button conquistasse o título da temporada e levar a decisão para o Grande Prêmio de Abu Dhabi. E no GP de Abu Dhabi, o último da temporada de 2009, viu o alemão Sebastian Vettel conquistar o vice-campeonato ao chegar apenas na quarta posição, enquanto o alemão venceu a corrida. Barrichelo terminou o campeonato com a terceira colocação e 77 pontos somados.
Em 2 de outubro de 2009 a equipe Williams confirmou a contratação do piloto para a temporada de 2010 com opção também para 2011. Sua estreia pela nova equipe foi no Grande Prêmio do Bahrein de 2010, disputado em 14 de março, terminando a corrida na décima posição.
Barrichello foi bastante elogiado no ínicio da temporada, pelo diretor técnico Sam Michael, pela ajuda que estaria dando no desenvolvimento do carro. Seus melhores resultados na primeira metade da temporada foram um quarto lugar no GP da Europa, em Valência, e um quinto lugar no GP Da Inglaterra, em Silverstone.
Em 11 de novembro de 2010, foi confirmada sua renovação de contrato com a Williams, para a temporada 2011.
No dia 11 de janeiro, Rubens foi o escolhido pela equipe para estrear o novo modelo, FW33, no primeiro dia de testes da pré-temporada que serão realizados em Valência, a partir de Fevereiro.
No dia 30 de janeiro de 2012, o brasileiro participou de testes pela equipe KV Racing da Fórmula Indy, onde corre Tony Kanaan, seu amigo pessoal. No dia 1 de março, durante entrevista coletiva de imprensa em São Paulo, foi anunciado oficialmente seu ingresso na categoria.
A estréia aconteceu no dia 25 de março, no Grande Prêmio de São Petersburg, na Flórida. Barrichello terminou a corrida em 17º lugar.
Na etapa seguinte, no Grande Prêmio do Alabama, após largar em na 14ª colocação, Barrichello conseguiu se recuperar, terminando a corrida em 8º.
Na etapa de Long Beach, Barrichello largou em 22º lugar no grid, após punição de dez lugares imposta a todos os carros com motores da Chevrolet, trocados antes da milhagem permitida. Com um bom desempenho, chegou a ocupar a quarta colocação, mas foi obrigado a parar para reabastecer quando faltavam sete voltas para o final. Na ultima volta, ocupava a sétima colocação quando foi atingido por Helio Castroneves, terminando a classificação em 9º.
No dia 7 de maio, Barrichello pilotou pela primeira vez em um circuito oval durante testes realizados no circuito Texas Motor Speedway, em Fort Worth. No dia 10, participou de testes realizados no circuito oval de Indianápolis, dedicados aos estreantes da categoria.
No dia 30 de janeiro de 2012, o brasileiro participou de testes pela equipe KV Racing da Fórmula Indy, onde corre Tony Kanaan, seu amigo pessoal. No dia 1 de março, durante entrevista coletiva de imprensa em São Paulo, foi anunciado oficialmente seu ingresso na categoria.
A estréia aconteceu no dia 25 de março, no Grande Prêmio de São Petersburg, na Flórida. Barrichello terminou a corrida em 17º lugar.
Na etapa seguinte, no Grande Prêmio do Alabama, após largar em na 14ª colocação, Barrichello conseguiu se recuperar, terminando a corrida em 8º.
Na etapa de Long Beach, Barrichello largou em 22º lugar no grid, após punição de dez lugares imposta a todos os carros com motores da Chevrolet, trocados antes da milhagem permitida. Com um bom desempenho, chegou a ocupar a quarta colocação, mas foi obrigado a parar para reabastecer quando faltavam sete voltas para o final. Na ultima volta, ocupava a sétima colocação quando foi atingido por Helio Castroneves, terminando a classificação em 9º.
No dia 7 de maio, Barrichello pilotou pela primeira vez em um circuito oval durante testes realizados no circuito Texas Motor Speedway, em Fort Worth. No dia 10, participou de testes realizados no circuito oval de Indianápolis, dedicados aos estreantes da categoria.
Rubens Barrichello chega ao GP do Brasil de 2010 sendo o piloto com maior participação em grandes prêmios: 326, com 323 largadas (contra 256 de Patrese). Outras marcas destacam o desempenho do piloto:
- 209 provas concluídas na zona de pontuação;
- 68 pódios (sendo o quarto piloto a subir mais vezes ao pódio da Fórmula 1);
- 664 pontos conquistados (sendo o 4º maior pontuador).
Títulos
- Fórmula Opel (1990)
- Fórmula 3 Inglesa (1991)
- 500 Milhas da Granja Viana (1998, 2000, 2001, 2002, 2004, 2005, 2007 e 2008)
- Cinco vezes campeão Brasileiro de Kart
- Cinco vezes campeão Paulista de Kart
- Desafio das Estrelas de Kart (2008)
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